Hortolândia registrou, pelo segundo ano consecutivo, o menor número de mortes no trânsito entre cidades paulistas com mais de 200 mil habitantes. De acordo com o Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo), foram contabilizadas dez mortes nas vias municipais em 2025.
Segundo a Prefeitura, os resultados são atribuídos a um conjunto de medidas adotadas desde 2017, quando foi criada a Secretaria de Mobilidade Urbana. Em 2024, o município já havia liderado o mesmo ranking estadual.
“Os números apresentados são frutos de diversas ações que acontecem desde 2017. Hortolândia repete a marca obtida em 2024 como a cidade com mais de 200 mil habitantes no Estado e menos óbitos fatais no trânsito. Além disso, desde 2020, a evolução na segurança viária é notória já que, naquele ano, Hortolândia figurava na décima quarta colocação neste mesmo ranking e, agora, pelo segundo ano seguido, é a primeira no quesito. O trabalho continua para zerarmos o número de acidentes com vítimas fatais nas vias de Hortolândia”, afirmou o secretário de Mobilidade Urbana, Atílio André Pereira.
Entre as ações implementadas estão reforço na sinalização viária, campanhas educativas voltadas a motoristas e pedestres, instalação de radares de controle de velocidade e mutirões periódicos de manutenção viária, como operação tapa-buraco.
Os radares começaram a operar em janeiro de 2019 e, segundo a administração municipal, integram o conjunto de medidas voltadas à redução de mortes no trânsito.
Em 2022, a cidade já havia registrado queda nos acidentes com vítimas nas principais avenidas, incluindo vias que fazem ligação com rodovias da região. No mesmo ano, o plano de mobilidade urbana foi revisado.
Na comparação entre 2017 e 2021, houve redução de 79% nos acidentes com vítimas nas ruas e avenidas do município. Com o resultado, a cidade informou ter cumprido, em 2021, a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) dentro da Década de Ação pela Segurança no Trânsito, que prevê a adoção de medidas para reduzir acidentes até 2030.







