O Plano de Manejo, recentemente aceito pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc), prevê a substituição de 126 árvores no Bosque dos Jequitibás, que foram identificadas como oferecendo risco de queda por laudos técnicos.
O documento agora aguarda validação do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) do governo estadual, uma vez que o parque é tombado por essa entidade.
O principal objetivo da iniciativa é assegurar a segurança dos frequentadores, funcionários e da fauna local. O manejo começará somente após a aprovação do conselho estadual e será realizado às segundas-feiras, quando o Bosque permanece fechado ao público.
As árvores serão substituídas por espécies nativas da Mata Atlântica.
A metodologia utilizada para a análise e substituição das árvores foi desenvolvida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, que embasou o Plano Diretor Florestal do Bosque. Cada árvore foi avaliada individualmente, considerando cerca de 20 critérios, como saúde, tratamento disponível e características das raízes.
Além disso, medidas de segurança foram implementadas, incluindo o monitoramento da saúde das árvores e o fechamento do parque após chuvas intensas superiores a 80 mm em 72 horas, devido ao encharcamento do solo.







