Com 62% de reprovação, presidente argentino enfrenta desgaste por reformas sociais, escândalos de corrupção no entorno familiar e alinhamento automático com os EUA

A lua de mel de Javier Milei com o eleitorado argentino parece ter chegado ao fim. Segundo levantamentos realizados nos últimos cinco dias, a aprovação do presidente atingiu o patamar mais baixo desde que assumiu a Casa Rosada: apenas 36% dos argentinos avaliam sua gestão como “ótima” ou “boa”. Em contrapartida, a rejeição saltou para 62%, que classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”.
Apesar de ter obtido êxito no controle da inflação — um dos principais problemas herdados de gestões anteriores —, Milei não conseguiu blindar sua imagem dos efeitos colaterais de sua política de ajuste fiscal severo.







