A Raízen, uma das maiores companhias brasileiras de açúcar e etanol, anunciou a reestruturação extrajudicial de aproximadamente cerca de US$ 12,6 bilhões (cerca de R$ 65 bilhões) em dívidas. enquanto Bradesco, Santander, Rabobank e Sumitomo Mitsui possuem cerca de R$ 2 bilhões cada.
A empresa, controlada por Shell e Cosan, decidiu suspender pagamentos e buscar apoio dos credores por 90 dias para um plano que pode incluir novos aportes de capital, conversão de dívida em ações ou venda de ativos.
O Bank of New York Mellon é outro credor significativo, com uma exposição de aproximadamente R$ 26 bilhões.
A Raízen enfrenta desafios financeiros devido a juros altos, safras fracas e investimentos que ainda não geraram retorno.
Os preços de seus bônus em dólar caíram, indicando estresse financeiro, e suas classificações de crédito foram rebaixadas para níveis especulativos, aumentando as preocupações sobre seu endividamento.







