A inadimplência das famílias subiu em agosto e atingiu maior patamar, pelo menos, desde dezembro de 2023. O dado está no relatório de Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Banco Central.
De acordo com o documento, a carteira de crédito total do Sistema Financeiro Nacional atingiu inadimplência de 5%. Entre pessoas físicas, o índice foi de 6%, avanço de 0,2 pontos percentuais. Enquanto entre empresas, a taxa foi de 3,3%, estabilidade.
No crédito livre, quando a pessoa pega o dinheiro emprestado para usar no que quiser, a inadimplência chegou a 8%, terceiro mês seguido de alta. Nos empréstimos direcionados, como financiamento imobiliário, a situação é melhor, com o índice em 3,6%, mas com alerta para o aumento de 1,2 pontos percentuais em 12 meses.
Ainda segundo o relatório, o endividamento das famílias atingiu 49,9% em julho e o comprometimento de renda ficou em 28,7%.
As operações de crédito somaram R$ 7,4 trilhões no total em agosto. R$ 2,7 trilhões foram emprestados a empresas e R$ 4,7 trilhões para famílias.






