Desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, o Procon de Campinas recebeu 18 reclamações de consumidores relacionadas a possíveis preços abusivos de combustíveis, totalizando quase uma queixa por dia até 19 de março.
As denúncias abrangem gasolina, diesel, etanol e GNV, distribuídas por várias regiões da cidade.
Comparado ao mesmo período de 2025, quando não houve reclamações semelhantes, a quantidade de queixas levanta preocupações.
O diretor do Procon, Paulo Giglio, destacou que aumentos de preços não são automaticamente considerados abusivos, embora a guerra não justifique reajustes, pois seus efeitos impactam principalmente os importadores.
O Recap, sindicato que representa os postos de combustíveis, defendeu que os aumentos refletem repasses diários das distribuidoras, com os postos apenas repassando os custos.







