A Região Metropolitana de Campinas teve o maior repasse de impostos estaduais dos últimos 32 anos no primeiro semestre de 2026. Foram R$ 3,8 bilhões, já com a inflação descontada, segundo a Secretaria da Fazenda do Estado.
O bom resultado vem do aquecimento da economia. A RMC abriu 23 mil vagas com carteira assinada entre janeiro e maio, aponta o Caged.
Mais emprego e renda significam mais consumo. E isso aumenta a arrecadação de ICMS, principal tributo repassado aos municípios.
Também subiram os repasses de IPVA, IPI e compensações de petróleo e gás. As exportações ajudaram. A RMC exportou US$ 2,91 bilhões no semestre, recorde em 30 anos e alta de 8,5% frente a 2025.
A cidade teve o maior crescimento da região com 10,87%.
O destaque foi o IPI, com alta de 27,75%. O ICMS subiu 17,98% e o IPVA, 13,91%. A frota de veículos também cresceu 2,54%.
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