A cesta básica ficou mais cara em Campinas no mês de junho. Levantamento do Observatório PUC-Campinas aponta alta de 1,91% em relação a maio, fazendo o conjunto de alimentos atingir o valor de R$ 902,12.
Apesar de o aumento ter sido menor do que o registrado no mês anterior, Campinas apresentou variação acima das demais capitais do Sudeste acompanhadas pelo DIEESE. No cenário nacional, 18 das 28 capitais pesquisadas também registraram alta nos preços.
O principal responsável pelo avanço foi o feijão, que ficou 13,93% mais caro em junho. Banana e açúcar também contribuíram para o aumento. Já arroz e farinha de trigo apresentaram queda de preços no período.
Com o reajuste, o custo da cesta passou a representar 55,7% do salário-mínimo vigente. O levantamento estima ainda que seriam necessários R$ 2.706,36 para a compra de três cestas básicas, valor considerado como salário mínimo necessário para essa despesa.
No acumulado de 2026, os maiores aumentos são da batata, tomate, feijão e leite. Em contrapartida, banana, açúcar e café acumulam redução de preços ao longo do ano.
Em 12 meses, a cesta básica em Campinas registra alta de 11,35%. O estudo aponta que a elevação dos custos ao longo do primeiro semestre de 2026 mantém a cidade entre as capitais com maior pressão sobre os preços dos alimentos.







