A Polícia Civil investiga um possível esquema de venda e uso de atestados médicos falsos em Campinas. A apuração teve início após a identificação de documentos emitidos com nomes e registros de médicos sem autorização.
Segundo as investigações, estelionatários utilizavam dados reais de profissionais de saúde para emitir atestados irregulares. A prática levantou suspeitas após inconsistências em documentos apresentados em órgãos públicos.
A Prefeitura de Campinas informou que oito servidores apresentaram atestados considerados suspeitos. Os casos foram encaminhados para investigação e os funcionários passaram a ser analisados individualmente.
Até o momento, um suspeito foi preso, e ao menos cinco médicos tiveram seus nomes utilizados indevidamente. Esses profissionais são tratados como vítimas do esquema, segundo a Polícia Civil.
A investigação busca identificar quem produziu os documentos e quem se beneficiou deles. Caso seja comprovado o uso irregular, os envolvidos podem responder por falsidade ideológica, uso de documento falso e sanções administrativas.







