Dezembro trouxe apreensão para o cafezal brasileiro. O calor intenso e a chuva escassa ameaçaram a safra 2026/27 logo na largada, deixando o produtor de olho no céu.A virada veio em janeiro. O tempo se alinhou, as nuvens carregaram e a água voltou às principais regiões produtoras. Março coroou a recuperação: choveu forte e na medida, enchendo os grãos de arábica e dando corpo ao robusta, como aponta o Cepea-Esalq.Com o clima agora como aliado, a lavoura responde. O setor já fala em safra recorde, puxada pelo arábica, com potencial para romper a marca simbólica de 60 milhões de sacas. Se o cenário se confirmar, será a maior colheita desde 2020/21, devolvendo ao Brasil o brilho de tempos áureos no cafezal.
Obra viária na avenida Theodureto de Almeida Camargo melhora acesso ao “Tapetão”
Uma intervenção viária na avenida Theodureto de Almeida Camargo, em Campinas, foi concluída com o objetivo de melhorar o acesso...







