O preço da cesta básica voltou a pesar no bolso do campineiro. Em março, o valor subiu 7,81% na cidade, segundo levantamento do Observatório PUC-Campinas.
O grande vilão foi o tomate, que encareceu 34% em apenas um mês. Carne e feijão também ajudaram a empurrar a conta para cima. O movimento não é isolado.
Outras cidades do país registraram alta, sinal de que a pressão sobre os alimentos é nacional e pode ter relação com o aumento dos custos logísticos.
Com esse resultado, a cesta básica já acumula alta de 6,25% em 2026 em Campinas. A tendência para os próximos meses vai depender do comportamento dos custos de produção e distribuição, que seguem no radar dos especialistas.







