Quatro avenidas de Campinas concentraram 17% dos 212 óbitos registrados em vias urbanas da cidade entre 2023 e 2025. O levantamento da Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) aponta 36 mortes nos corredores John Boyd Dunlop, Comendador Aladino Selmi, Ruy Rodriguez e Prestes Maia.
O estudo também mostra que 48% dos 50 pontos críticos com maior quantidade e gravidade de acidentes estão concentrados nos eixos das avenidas John Boyd Dunlop, Prestes Maia e Ruy Rodriguez. Até agosto deste ano, porém, o balanço preliminar indicava redução das mortes nesses corredores.
A John Boyd Dunlop registrou duas mortes até agosto, a Ruy Rodriguez teve uma e a Prestes Maia também teve uma. A Aladino Selmi não havia registrado vítima fatal no período. A Emdec informou ainda que as quatro avenidas estão entre as mais extensas e movimentadas da cidade.
Entre as medidas adotadas estão a ampliação da fiscalização eletrônica, intervenções viárias, blitze integradas e ações educativas. Na John Boyd Dunlop, as mortes caíram 69% em cinco anos, de 13 em 2021 para quatro em 2025. O cruzamento com a Mário Scolari também caiu da primeira para a oitava posição entre os 50 pontos críticos.







