Doze torneiras foram furtadas dos banheiros masculino e feminino do Pronto-Socorro do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas. O problema foi identificado na sexta-feira, 4 de setembro, e parte dos equipamentos será reposta pela equipe de manutenção.
Oito torneiras seriam substituídas ainda na sexta-feira, enquanto as demais estavam previstas para instalação durante o fim de semana. A Rede Mário Gatti afirma que furtos, vandalismo e mau uso são causas frequentes de manutenção nas unidades.
Segundo a administração, os serviços de saúde registram uma média de dez manutenções de banheiros por dia. Entre junho de 2024 e agosto de 2025, foram abertas 4 mil 356 ordens de serviço para reparos nas unidades da rede.
Entre os principais problemas estão entupimentos provocados pelo descarte inadequado de papéis e objetos, além de furtos de torneiras, assentos sanitários e suportes para papel e toalha.
A rede estima que cada reparo tenha custo médio de aproximadamente 495 reais, considerando materiais, mão de obra e demais insumos. Os danos também podem comprometer temporariamente o uso das instalações.
Para tentar reduzir a recorrência, a Rede Mário Gatti mantém o Projeto Mãos que Preservam. A iniciativa promove ações de conscientização sobre conservação e uso adequado dos espaços públicos de saúde.
As atividades incluem distribuição de materiais, ações de interação com usuários, palestras educativas e divulgação das campanhas. O projeto é desenvolvido pelo Setor de Humanização, com apoio de áreas de obras, hotelaria e engenharia clínica.







