A menos de 50 dias do primeiro turno, o Ministério Público do Trabalho da 15ª Região, sediado em Campinas, já recebeu dez denúncias de assédio eleitoral, sendo três na região. O dado preocupa porque em 2022 o país registrou 3,3 mil casos, a maioria às vésperas da eleição, e neste ano o Brasil já soma cerca de 600 registros antes mesmo do início da propaganda.
Segundo o MPT, que atua em 599 municípios paulistas, o assédio pode atingir empregados, estagiários, terceirizados e até candidatos a vaga, com práticas como obrigar participação em atos de campanha, criar grupos de WhatsApp para propaganda política e impor uso de material eleitoral em perfis pessoais. Para orientar os trabalhadores, o órgão lançou uma cartilha sobre o tema.







