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Tarcísio: Maduro sempre foi tratado como “companheiro, nunca foi ditador” pelo governo Lula
Por Janete
Publicado em 06/01/2026 17:33 • Atualizado 06/01/2026 18:20
Política

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que o Brasil poderia ter exercido um papel central na condução da transição democrática na Venezuela com uma saída “menos abrupta e negociada”.

Tarcísio afirmou ainda que o Brasil “se mostrou, nesse processo todo, irrelevante”. Segundo o governador, Maduro sempre foi tratado por Lula e o PT como “companheiro, nunca foi ditador”.

O Brasil, que é a maior economia e que responde pelo maior território da América do Sul, poderia ter ajudado a Venezuela a construir um processo de transição para uma democracia, mas o Brasil nunca fez isso”, disse ao portal Poder 360.

Segundo Tarcísio, a captura e detenção de Nicolás Maduro por Donald Trump, no último sábado (3), se deu “pela omissão dos países que não lideraram o processo”. O governador reconheceu que é possível “criticar os meios que foram usados agora, a legitimidade ou não”, mas afirmou que “algo precisava ser feito e foi feito”.

É importante um restabelecimento da democracia, com eleições livres, eleições que possam ser escrutinadas, acompanhadas. Oportunidades se abrem para a Venezuela e o Brasil pode ser parceiro também nessas oportunidades”, defendeu.

 

 

 

 

Alexandre de Moraes nega ida de Jair Bolsonaro para hospital

Nesta terça-feira (6), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou a transferência imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para um hospital. O líder conservador passaria por exames em função de uma queda que sofreu na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília (DF).

Moraes mandou que a defesa do político apresente o laudo médico da PF e indique quais exames serão necessários para verificar a viabilidade de eles serem feitos na própria Polícia Federal.

– Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal. A Defesa, entretanto, aconselhada pelo médico particular do custodiado, tem direito a realização de exames, desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade – diz trecho do despacho.
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