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Lula perderia para Bolsonaro, Michelle e Tarcísio em São Paulo
Atlas: No 2º turno, Tarcísio tem 48,4% de intenções de voto; Lula, 46,6%
Por Janete
Publicado em 28/08/2025 17:23
Política

Se a disputa presidencial de 2026 fosse definida hoje no estado de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentaria um cenário amplamente desfavorável no segundo turno. Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (27) pelo instituto Paraná Pesquisas mostra que o petista perderia para todos os principais adversários testados entre os eleitores em território paulista.

De acordo com a sondagem, Lula teria 39% das intenções de voto contra 47,7% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Já em eventual disputa contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o resultado seria de 46,5% a 39,8% a favor dela. Diante do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), a derrota seria ainda mais expressiva: 50,4% a 37,6%.

A pesquisa ouviu 1.680 eleitores em 85 municípios do estado entre os dias 21 e 24 de agosto de 2025. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

 

 

 

Atlas: No 2º turno, Tarcísio tem 48,4% de intenções de voto; Lula, 46,6%

Em uma eventual disputa de segundo turno para o Palácio do Planalto, o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contaria com 46,6% das intenções de voto, contra 48,4% do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As informações são da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (28).

Votos em branco, nulos ou indecisos totalizam 5%. Dos sete cenários em Lula foi testado, esse é o que que o atual chefe do Executivo brasileiro soma o menor percentual.

O mesmo levantamento mostra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) com 47,9%, contra 48,8% de Lula. Outros 3,3% são votos em branco, nulos ou indecisos.

Já em um cenário contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), há empate, com 48,3% para cada. Indecisos, brancos ou nulos totalizam 3,4%.

Em outra simulação, Lula foi testado em uma disputa contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O petista ganharia, com 47,1%, contra 40,9% do chefe do Executivo mineiro, que já lançou sua pré-candidatura para o Palácio do Planalto. Os votos indecisos, brancos ou nulos são 12%.

Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), que também já se lançou como pré-candidato na disputa, o atual presidente da República conquistaria a reeleição com 46,7% contra 40,3% de Caiado. Os outros 13% englobam votos em branco, nulos ou indecisos.

Já contra o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula teria 46,9%, e o chefe do Executivo estadual, 41,1%. Somariam 11,9% votos brancos, nulos ou indecisos.

Lula também venceria, com 47,2%, em um cenário junto ao governador gaúcho, Eduardo Leite (PSD), que conta 24,9% das intenções de voto. Votos brancos, nulos ou indecisos, 27,9%.

A pesquisa entrevistou 6.238 pessoas entre os dias 20 e 25 de agosto por meio do chamado recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), com questionários on-line. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 

 

 

 

Atlas/Bloomberg: Mais da metade da população acha que economia está ruim

Mais da metade dos brasileiros (53%) consideram que a situação econômica do país está “ruim”. Os dados são da pesquisa a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (28).

Outra parte da população, 29%, classifica o atual cenário como “bom”, enquanto 18% dos entrevistados responderam que a economia está “normal”.

Foram entrevistadas 6.238 pessoas pela AtlasIntel, por recrutamento digital aleatório, entre 20 e 25 de agosto. O nível de confiança é de 95%.

Núcleo familiar

Os entrevistados também foram questionados sobre como avaliam a situação econômica de sua família.

Para 38%, o cenário familiar está ruim, enquanto outros 33% consideram bom. E 29% dos entrevistados classificaram a situação como “normal.

Um dos principais fatores que impactam o poder de compra das famílias é a inflação. Hoje o IPCA, índice que mede os preços no Brasil, está em 5,23% em 12 meses, segundos dados do IBGE referentes ao mês de julho.

O Banco Central (BC), através do Boletim Focus, projeta que a inflação termine o ano em 4,86%, número ainda distante da meta perseguida pelo BC.

O centro da meta oficial para a inflação é de 3%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

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