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Paraná Pesquisas: Tarcísio lidera contra Haddad e Alckmin ao governo de SP
Flávio Bolsonaro defende “tesouraço” em impostos e gastos do governo
Por Janete
Publicado em 11/02/2026 17:26
Política

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece à frente em todos os cenários em que é citado pelo instituto Paraná Pesquisas para a eleição estadual de 2026, em levantamento divulgado nesta quarta-feira (11).

O levantamento mostra o governador liderando sobre nomes como o ministro da Fazenda e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), o vice-presidente da República e ex-governador, Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB).

No primeiro cenário, Tarcísio tem 51% das intenções de voto contra 27,7% de Haddad. O deputado federal Kim Kataguiri (União) aparece com 5,2%, o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) com 4,2% e o cientista político Felipe D’Avila (Novo) com 1,6%. Brancos e nulos somam 6,4%, e 3,9% não souberam opinar.

Em disputa com Alckmin, Tarcísio registra 48,5%, contra 29,9% do vice-presidente. Kataguiri, Serra e D’Avila aparecem com 5,3%, 4,1% e 1,8%, respectivamente. Brancos e nulos chegam a 6,6%, e aqueles que não opinaram totalizam 3,7%.

Contra Márcio França, Tarcísio amplia a vantagem: 52,8%, contra 18,5% do ministro. Serra tem 5,7%, Kataguiri, 5,6% e D’Avila, 2,5%. Brancos e nulos somam 9,6%, e 5,3% não souberam opinar.

Na ausência de Tarcísio, Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo, lidera com 36%, contra 24,2% de França. Kataguiri e Serra aparecem com 7,8% cada, enquanto D’Avila tem 4,6%. Brancos e nulos somam 13%, e 6,6% não souberam opinar.

Em cenário sem os principais nomes, França lidera com 29,2%, seguido por Kataguiri (10,9%), Serra (10,7%), o vice-governador Felicio Ramuth (PSD) fica com 8,4% e D’Avila com 6,5%. Brancos e nulos chegam a 24,9%, e 9,4% não souberam opinar.

Segundo turno

Tarcísio x Alckmin

Nos cenários de segundo turno, Tarcísio venceria Alckmin por 56% a 35,1%.

Alckmin x Ricardo Nunes

Disputando com Alckmin, Nunes chega a 45,3% e o vice-presidente a 40,9%.

Alckmin x Ramuth

Contra o atual vice-governador, Alckmin chega a 47,7% e Ramuth, 20,6%.

Tarcísio x Haddad

Em um embate com o ministro da Fazenda, Tarcísio chega a 58,7%. Haddad tem 32,4%.

 

2º Turno Estimulada

Haddad x Nunes

Nunes chega a 48,2% e Haddad a 35,1%.

Haddad x Ramuth

Haddad tem 41,1% e Ramuth, 26,1%.

Metodologia

O instituto Paraná Pesquisa entrevistou 1.580 eleitores, entre os dias 6 e 10 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-04650/2026.

 

 

 

 

Flávio Bolsonaro defende “tesouraço” em impostos e gastos do governo

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência da República, defendeu um “tesouraço” em impostos e gastos públicos em artigo publicado no domingo (8), no Brazil Journal.

“Uma agenda cujo objetivo final é o aumento real da renda, da geração de empregos e dos avanços das condições para empreender no Brasil, viabilizados através da redução dos gastos públicos, dos impostos e da burocracia, o que permitirá a implementação de taxas de juros menores. A melhoria da qualidade de vida da população passa, necessariamente, pela consolidação destes valores”, disse.

Segundo ele, como consequência direta da política fiscal frouxa, o Brasil convive com uma das taxas de juros mais altas do mundo. “Toda essa agenda vem travestida de justiça social – sem, contudo, criar condições estruturais para a construção da dignidade, a redução das desigualdades e a diminuição da dependência de parcela significativa da população das políticas assistenciais do Estado”, apontou.

Dados do Banco Central mostram que em 29 dos 36 primeiros meses do terceiro mandato do presidente Lula (PT) as contas públicas fecharam no vermelho (déficit primário). Nos outros sete houve receitas atípicas não recorrentes. O endividamento público aumentou 6,9% entre dezembro de 2022 e dezembro de 2025, atingindo 78,7% do PIB.

Flávio Bolsonaro destacou que os princípios básicos que norteiam o caminho da prosperidade “parecem óbvios e plenamente alcançáveis”.

“Ao analisar o cenário brasileiro entre 2019 e 2022, as diretrizes e lições são claras. Há precedentes. Fizemos história. Reduzimos impostos — como IPI, combustíveis e folha de pagamento —, implementamos mecanismos de controle dos gastos públicos, mesmo em meio a uma pandemia”, destacou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, citando também reformas estruturantes, marcos regulatórios e a independência do Banco Central.

 

 

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