Desaprovação ao governo Lula cresce e chega a 63,1% em SP
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 63,1% no estado de São Paulo em fevereiro, de acordo com levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta quarta-feira (26).
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 63,1% no estado de São Paulo em fevereiro, de acordo com levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta quarta-feira (26).
Por outro lado, a gestão petista é aprovada por 34,1% dos paulistas (recuo de 8,3 pontos percentuais em relação a novembro), ainda segundo o levantamento de hoje. Outros 2,8% não souberam ou não opiniaram acerca do tópico (veja os detalhes no gráfico abaixo).
Foram ouvidas 1.650 pessoas no estado de São Paulo entre os dias 20 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Ainda nesta quarta-feira, uma pesquisa Genial/Quaest apontou um índice de desaprovação ao governo federal de 69% em São Paulo. A aprovação ficou em 29%, enquanto 2% não souberam ou não responderam. O instituto ouviu 1.644 pessoas entre os dias 19 e 23 de fevereiro e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Lula demite Nísia Trindade e confirma Padilha na Saúde
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu, nesta terça-feira (25), Nísia Trindade do Ministério da Saúde. Essa é a oitava troca na Esplanada dos Ministérios no terceiro mandato de Lula.
O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, assumirá o comando da Saúde. Sua posse será no dia 6 de março, conforme anunciado pelo Palácio do Planalto.
No cargo desde o início do governo, Nísia vinha enfrentando pressões para imprimir um viés mais político à pasta e concretizar entregas consideradas prioritárias por Lula.
No início do ano, as cobranças se intensificaram em diversas reuniões fechadas entre a ministra e o presidente, no Palácio do Planalto.
O entorno de Nísia chegou a reclamar do “abandono” das mulheres do governo e do PT na defesa de sua permanência à frente da pasta, segundo apurou a CNN.
Primeira mulher a chefiar o Ministério da Saúde, Nísia foi anunciada por Lula ainda na transição de governo, em dezembro de 2022. Anteriormente, ela havia presidido a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Na instituição, Nísia coordenou as ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Brasil, além de criar o “Observatório Covid-19”, uma iniciativa com o objetivo de monitorar e divulgar informações e notícias sobre a pandemia e seus impactos no país.