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Unicamp estimula produção local de insumos para o principal teste de COVID-19

Considerado o padrão-ouro no diagnóstico da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, o teste de RT-PCR (transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase, na sigla em inglês) ainda tem sido pouco realizado no Brasil. A principal razão é a falta dos reagentes necessários para executá-lo – todos importados e escassos no mercado.

Para diminuir a dependência externa desses insumos e contribuir para aumentar a disponibilidade desse tipo de exame no País, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estão produzindo matérias-primas e estabelecendo protocolos para utilizar reagentes produzidos por startups de biotecnologia situadas em São Paulo nos testes de diagnóstico da enfermidade por RT-PCR feitos na instituição.

 

O teste do tipo RT-PCR, também chamado de teste molecular, permite identificar o material genético do vírus em secreções da mucosa nasal e da garganta e tem sido usado massivamente em países considerados exemplos no controle da COVID-19, como a Alemanha e a Coreia do Sul.