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Moradores com mobilidade reduzida de Campinas são os maiores consumidores de acessibilidade de SP

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Este universo de consumidores potenciais está dividido em 42% de pessoas das classes A e B, 44% da classe C e apenas 14% das classes D e E, que possuem uma renda mensal média de R$ 1.790,00.

Por conta da quarentena, as pessoas com mobilidade reduzida passaram a adaptar as residências e, com isso, aquecer a indústria que não foi contaminada pela Covid 19. O setor movimenta R$ 5,5 bilhões ao ano. Apenas um fabricante do interior paulista registrou aumento nas vendas e já estima um faturamento de R$ 22 milhões para 2021. RJ, RS, SP E MG são os Estados que mais consomem produtos de acessibilidade. Do interior paulista Campinas e Ribeirão Preto predominam o consumo.